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Série documental estreou hoje, 16/03, na plataforma de streaming

Disponível na Netflix

O assalto ao banco central em Fortaleza em 2005 impressiona pelo número: para chegar com segurança, os criminosos cavaram um túnel de quase 80 metros de extensão. Além disso, os ladrões roubaram cerca de 3,5 toneladas de dinheiro, o equivalente a 164 milhões de reais.

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O documentário da Netflix contém depoimentos inéditos, incluindo criminosos envolvidos no assalto, detalhando os crimes que deixaram a cobertura jornalística – e até mesmo a mídia internacional – impressionada com a perspicácia dos criminosos. Aqui estão 5 fatos sobre o crime:

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1. Túnel Ao todo, a construção do túnel para o cofre do banco central levou cerca de 3 meses para ser concluída. Para tanto, os criminosos abriram uma empresa de grama sintética como cobertura para cobri-los.

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Portanto, é possível cavar um túnel de 77 metros de extensão ligando os dois pontos. Tais façanhas são possíveis porque os envolvidos no crime trabalham em turnos de até sete pessoas, cavando buracos constantemente com a pá do jardineiro.

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Os túneis têm sistemas de ventilação, iluminação e linhas de intercomunicação (não usavam telefones, portanto não deixaram evidências). Estima-se que 900 pranchas foram usadas durante a construção.

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2. Fora de suspeitas O dono da empresa de grama sintética foi identificado através de um documento falso chamado Paulo Sérgio. Um fato curioso é que a data de nascimento (05/08/1968) registrada no RG coincide com o dia e mês em que a quadrilha realizou o assalto: 5 de agosto de 2005.

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Além disso, Paulo Sérgio sempre teve um bom relacionamento com o bairro, o que é uma forma de não levantar suspeitas. O criminoso foi tão imprudente que chegou a distribuir chapéus com o nome da empresa nas boates que frequentava.

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3. A descoberta do roubo O assalto ocorreu no fim de semana, então os funcionários do banco central só souberam do roubo na segunda-feira seguinte ao incidente. Quando chegaram ao cofre, encontraram um buraco no chão.

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Não sabia que ele era a saída de um túnel de 77m. Esta passagem é inacessível para muitos, pois só uma pessoa magra pode entrar. Isso não foi obstáculo para o policial Enéas Sobreira, que decidiu fazê-lo sem saber quem ou o que encontraria pela frente. Ele subiu por uma hora até o fim do túnel.

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4. O fato ajudou que nas buscas Depois de fugir com o dinheiro roubado, vários membros da quadrilha cometeram um grave erro: apesar de usarem documentos falsos, suas fotos eram reais. Isso permite que eles sejam identificados pela polícia.

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Um dos pseudônimos mais comentados é o usado por Fernando Carvalho, que, por coincidência, fez uma "homenagem" ao poeta Vinícius de Moraes. Assim, sua identidade leva o nome de Fernando Vinicius de Moraes.

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5. Apreensão de parte do dinheiro Logo após o assalto, a polícia civil fez buscas em concessionárias de carros e caminhões em busca de pistas sobre a compra de veículos que poderiam ser usados ​​para transportar dinheiro de Fortaleza. Descobriram que, para fugir com parte do dinheiro do banco, 6 milhões de reais haviam sido escondidos no carro zero de uma cegonha.

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