Dia Mundial do Sono: dormir bem faz bem


Dia Mundial do Sono

Selecionamos um conteúdo especial “Dia Mundial do Sono: dormir bem faz bem” exclusivamente para você leitor que, a princípio, possa absorver bastante conhecimento e inspirar curiosidades relevantes.

Hoje é o Dia Mundial do Sono. Celebrado anualmente na sexta-feira anterior ao equinócio vernal do Hemisfério Norte, desde 2008, tem como objetivo lembrar a importância e os benefícios de um bom sono para a saúde e promover a prevenção de distúrbios do sono.

Entre nossas rotinas aceleradas, a incerteza da pandemia e o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, parece que não temos tempo para descansar e fazer de um sono bom e regular um sonho. É fácil ignorar sua importância. Um artigo no News In Health, o jornal mensal dos Institutos Nacionais de Saúde, parte do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (NIH), revelou que a má qualidade do sono regular pode afetar o desempenho do cérebro, o humor e a saúde, aumentando o risco de doenças cardíacas. doenças, obesidade, demência e muito mais.

De acordo com Marishka Brown, especialista em sono do National Institutes of Health, o sono saudável vai além do sono e consiste em três fatores principais: “um é o quanto você dorme e o outro é a qualidade dos seus sonhos – tornando-o ininterrupto e energizante O último é um horário de sono consistente.

Entenda

O sono não é apenas um período de inatividade quando o cérebro está descansando. Por outro lado, o que muita gente não sabe é que o cérebro está sempre ativo. O neurocientista dinamarquês Maiken Nedergaard revelou que o sono ajuda a preparar o cérebro para a criatividade, a memória e o aprendizado, e que possui um sistema que elimina as toxinas durante o sono, “quase como os rins, removendo os resíduos do sistema”.

Muitos mitos também dizem respeito a quando precisamos dormir. Muitos especialistas recomendam pelo menos 9 horas de sono para crianças, 8 a 10 horas para adolescentes e pelo menos 7 horas por noite para adultos. Mas isso não quer dizer que quanto mais velho você fica, menos sono você precisa. Os idosos ainda precisam do mesmo número de horas, a diferença é a qualidade do sono, que tende a retroceder, então muitas vezes procuram e são mais propensos a tomar medicamentos perturbadores do sono.

Dormir mais na noite seguinte para compensar a falta de sono de uma noite pode trazer benefícios, mas se a tendência continuar, um fim de semana de má qualidade do sono não é suficiente para a recuperação. Por outro lado, mais sono não significa maiores benefícios. Dormir mais de 9 horas sem se sentir revigorado pode indicar um problema subjacente.

Um distúrbio muito comum é a insônia, que se caracteriza pela dificuldade em adormecer ou adormecer sem interrupção, o que faz com que o indivíduo se sinta mais cansado ou inquieto durante o dia. Se funcionar por mais de três meses, é considerado durável. Outra condição é a apneia, na qual as vias aéreas superiores ficam bloqueadas durante o sono, o que interrompe ou reduz o fluxo de ar, fazendo com que as pessoas acordem à noite. Não se esqueça de determinar seu horário de sono, evite tocar na TV, telefone celular ou outros dispositivos no quarto e talvez compre um travesseiro que você precisa desesperadamente que se adapte ao seu padrão de sono e ao seu tipo de corpo.

Por fim, lembre-se do que poderia ser o hino nacional de uma geração antes de dormir: “Primeiro Manuel Esfrega, depois João Pestana e finalmente Chico Escuro! Éramos três amigos do sono. Quando chegamos, todos estavam bem!”

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