Beijar uma pessoa na orelha pode deixá-la surda


Beijar uma pessoa na orelha pode deixá-la surda

Neste artigo veja: Beijar uma pessoa na orelha pode deixá-la surda.

Fizemos esta matéria bem como, de antemão, para você de alguma forma agregar mais conteúdo e inspirar boas ideias.

Carinhos e beijinhos são sempre bem vindos ainda mais para casais apaixonados que sempre estão trocando beijos, mas o que a maioria não sabe que dependendo de onde damos um beijo inocente pode causar surdez na pessoa amada, e esse local é o ouvido.

Lesão na qual pode ser para sempre, triste né?

Primeiramente, o que acontece é que o beijo pode pressão no tímpano, ao empurrar a corrente de ar para os ossículos no ouvido.

O barulho puxar o tecido que conecta os estribos para a janela oval no ouvido interno, o que causa turbulências no fluído da cóclea ou no ouvido interno o que pode levar a uma perda auditiva permanente.

Há inúmero diagnósticos que foram vítimas do chamado” beijo da morte”.

Os danos causados no ouvido assemelham-se a uma pancada de uma bola no ouvido.

O uso de aparelho auditivo pode ajudar as vítimas  a ouvirem melhor, mas algumas ainda sentem sensações constantes de coceira e irritação no ouvido.

A que a aplicação da injeção de antibiótico, esteróide, no ouvido venha a ser um bom tratamento, procedimento usado em casos de perda auditiva repentina sensorineural (SSNHL).

Para que haja resultados satisfatórios é necessário que se inicie a terapia logo que a perda auditiva for detectada.

Em relação ao tratamento, o paciente deve continuar até os sintomas desparecerem.

De acordo com os seus doentes, a sensação causada por esta lesão é semelhante à da pancada de uma bola no ouvido.

Os lesados afirmam que passaram a ouvir como se estivessem atrás de uma tela, percepcionando as vozes totalmente abafadas.

Ainda que o uso de aparelhos auditivos tenha contribuído para melhorar a capacidade auditiva das pessoas lesadas, a verdade é que algumas delas continuam a experimentar sensações intermitentes de plenitude auricular (ouvido tapado) e comichão no ouvido.

Martins Paiva, diretora geral da GAES – Centros Auditivos Portugal está certa: “Quanto mais tarde for diagnosticada, maior será o grau de perda auditiva e mais difícil será encontrar uma solução auditiva que satisfaça a expectativa do paciente”.

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